sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Gel de gengibre amargo

Maurício Ladeia (à esquerda) e o pesquisador Carlos Cleomir mostram a planta do gengibre amargo

Maurício Ladeia (à esquerda) e o pesquisador Carlos Cleomir mostram a planta do gengibre amargo


"Com o objetivo de avaliar clinicamente o processo inflamatório e a resposta da cicatrização em feridas em pé diabético, durante o tratamento experimental com o gel do óleo essencial do gengibre amargo, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) em parceria com a Prefeitura de Manaus (AM), está selecionando 40 pessoas para participarem dos testes do tratamento terapêutico alternativo.







A seleção dos participantes faz parte do projeto de pesquisa do mestrando, o enfermeiro Maurício Ladeia, intitulada “Avaliação do potencial terapêutico do gengibre amargo da espécie Zingiber zerumbet no processo inflamatório em portadores de úlceras em pé diabético”. O processo de seleção foi aberto nessa quinta-feira (11) e segue até o preenchimento das vagas."

A notícia acima foi publicada no Portal Brasil em setembro de 2014. Pois bem, o estudo já é conhecido no mundo inteiro.
De acordo com o professor Carlos Cléomir é absolutamente imprescindível realizar pesquisas sobre o diabetes que é a 4ª causa de mortes no Brasil e a mais importante razão para afastamentos do trabalho e de incapacidade adquirida. 
Trata-se de um produto no formato de gel amorfo de óleo essencial do gengibre amargo com poderosa ação anti-inflamatória, hipoglicêmica e analgésica que ajudará na cura das feridas que se instalam no pé diabético.
Os dados do Ministério da Saúde apontam que das 60.000 cirurgias de amputação feitas anualmente, 70% afetam os diabéticos.Tudo indica que este gel em estudo trará importante contribuição para a melhorar essa estatística..